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Foi lançado o livro:
Amiga/o A VIDA POR UM RIO NOTA DA CPTMG: O CONFLITO AGRÁRIO NO SUL DE MINAS SÓ SE ENCERRA COM REFORMA AGRÁRIA NOTA da CPT de Minas Gerais à IMPRENSA e à SOCIEDADE Nota do CPTMG: Tensão no latifúndio da ex-Usina Ariadnópolis em Campo do Meio, MG Tributo ao
cantor e compositor Zé Martins Amiga/o, confira no BLOG www.pastorinhas.blogspot.com/ CPT
REAFIRMA APOIO ÀS OCUPAÇÕES DANDARA E CAMILO TORRES. Ocupação
Dandara, um direito constitucional. "CARTA
DE DANDARA AO APÓSTOLO PAULO - superar
o senso comum e preconceitos" Clic
no link, abaixo, e assista à reportagem da
Irmã Geraldinha,
Aneaçada de Morte vai pedir ajuda policial
Reportágem da Rádio CBN FM.( Clique aqui para ouvir ) Nota
da CPT-MG à Imprensa e à sociedade Quem
é Irmã Geraldinha, a freira ameaçada de morte em
Salto da Divisa, MG MANIFESTO
DA CPT -Minas Gerais NATAL:
o divino em nós Ética
e transformação social das Instituições
As
duas novas reformas agrárias
- MST
em Felisburgo: do massacre à vitória Terremoto
neoliberal no Haiti Chuva
não castiga ninguém ASSISTA AO VÍDEO
DOMENTÁRIO SOBRE MASSACRE ECONOMIA
PARA A VIDA E NÃO PARA A MORTE Clique AQUÍ e veja o novo albun de fotos de Frei Gilvander. Empresa SERQUIP, expulsa do bairro Camargo, em Belo Horizonte, agora, ameaça saúde do povo de Santa Luzia, que se rebela contra empresa incineradora de lixo tóxico que exala dioxinas cancerígenas. Clic aqui e veja a reportagem da TV Alterosa do dia 18/01/2010. Ouça aquí o áudio com reportagem da Rádio Favela sobre SERQUIP em Santa Luzia. Amiga/o, eis um power point sobre o ASSENTAMENTO PASTORINHAS, um exemplo de reforma agrária, na região metropolitana de Belo Horizonte, MG. GRANDES
ENFORCAM PEQUENOS "POVO
DE DEUS - CONTRIBUIÇÃO COM A LUTA IMENSA DO POVO CONTRA
O CAPITAL E O LATIFÚNDIO" HOMENAGEM A FREI
GILVANDER. Amiga/o, veja power point
sobre o Acampamento Dom Luciano
Mendes (do MST), em Salto da Divisa, MG, onde Irmã
Geraldinha atua pastoralmente. Veja porque Irmã Geraldinha está
sendo ameaçada de morte. Por que Irmã Geraldinha está ameaçada de morte? Por Frei Gilvander Moreira
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